O problema, muitas vezes, é acompanhado de urgência e, em alguns casos, perda urinária. A bexiga hiperativa é mais comum em pessoas acima dos 40 anos e em mulheres após a menopausa. Entre os fatores de risco estão a idade, obesidade, diabetes, alterações neurológicas, consumo excessivo de cafeína, tabagismo e histórico de infecções urinárias de repetição.
O diagnóstico é clínico e feito pelo urologista através da avaliação dos sintomas, exame físico e, em alguns casos, exames complementares. O tratamento pode incluir mudanças no estilo de vida (redução de cafeína, perda de peso, fisioterapia pélvica), uso de medicamentos que reduzem a hiperatividade da bexiga e, em situações específicas, procedimentos como aplicação de toxina botulínica ou neuromodulação. O acompanhamento médico é essencial para devolver qualidade de vida e bem-estar ao paciente.
