A prostatectomia radical é o tratamento mais utilizado para o câncer de próstata, segundo mais comum entre os homens (atrás do câncer de pele não-melanoma). O grande problema da cirurgia aberta é o risco de sequelas. Quando a prostatectomia radical é realizada por cirurgia robótica, as chances de incontinência urinária e de impotência sexual reduzem significativamente. A glândula, que produz parte do sêmen, fica numa região muito rica em estruturas vasculonervosas e do esfíncter urinário e a técnica mais delicada e pouco agressiva consegue preservá-las, oferecendo melhores resultados para a qualidade de vida do paciente.